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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Malware DNSChanger atinge milhões de computadores em todo o mundo

No final do ano passado, departamentos de segurança digital do FBI e de organizações internacionais anunciaram o fim de um esquema de crimes virtuais praticados com o malware DNSChanger que já teria infectado mais de 4 milhões de computadores. Para complicar, algumas dessas máquinas estavam em mais de 50% das empresas da Fortune 500 (a lista das 500 empresas mais ricas dos Estados Unidos) e também de órgãos governamentais do mesmo país.



O malware funcionava infectando servidores DNS e os transformando em "vampiros". Quando algum internauta tentava acessar determinadas páginas, o DNS ilegal o redirecionava para endereços falsos e infectados. Com isso, os criminosos responsáveis pelo sistema conseguiam instalar maneiras de reunir informações sigilosas para clonar cartões de crédito e invadir contas dos mais variados tipos (desde emails até contas bancárias).

Em uma operação do FBI e organizações internacionais, foram localizados seis dos responsáveis pelos ataques (todos da Estônia). Calcula-se que eles tenham faturado mais de 14 milhões de dólares durante os roubos, que já aconteciam há alguns anos. Como mostrou o Security Week, o FBI publicou uma ferramenta que permite você saber se seu computador está configurado para acessar um servidor vampiro. Se quiser conferir, clique aqui e insira seu IP no local indicado.



fonte: http://www.tecmundo.com.br/malware/19628-malware-dnschanger-atinge-milhoes-de-computadores-em-todo-o-mundo.htm

AMD aposta no processamento por GPU e na morte dos cabos



Utilizar o poder das placas de vídeo para auxiliar o processamento das atividades no computador é uma tendência muito defendida pela AMD, especialmente após o lançamento da arquitetura Fusion. Durante a palestra "As APUs e o futuro com a computação heterogênea" na Campus Party 2012, o gerente do time de engenheiros da companhia, Roberto Brandão, explicou os benefícios da tecnologia e arriscou umas previsões para o futuro.

As APUs unem processador e placa de vídeo em um único chip, com base na ideia de processamento paralelo. Para ilustrar isso, Brandão recorreu a uma analogia inusitada: pedreiros e mulheres grávidas. "Vamos supor que um pedreiro demore um ano para construir uma casa. Podemos então imaginar que 12 deles terminam o serviço em um mês. Isso é uma tarefa paralelizada", afirmou. E as mulheres? "Uma, em nove meses, consegue gerar um bebê. Mas nove delas não conseguem gerar um bebê em um mês. Existem tarefas que simplesmente não podem ser paralelizadas." Voltando para a computação, é o caso de uma longa planilha do Excel, na qual uma linha sempre dependa da anterior.

Quem ajuda nas tarefas paralelizadas é justamente a placa de vídeo. A ideia da AMD é, portanto, unir a placa de vídeo ao processador, utilizando-a não apenas para games, mas para toda a sorte de aplicativos. Para isso, é preciso otimizar os softwares. A AMD, então, desenvolveu a linguagem OpenCL para auxiliar desenvolvedores a adaptarem seus aplicativos.

Hoje, softwares como Adobe Flash, Photoshop, Premiere, Sony Vegas e Microsoft Power Point já podem se beneficiar do processamento em conjunto das APUs. "No caso do Photoshop, basta baixar um patch que 'acorda' a GPU, deixando o programa de quatro a seis vezes mais rápido", conta Brandão.



Recursos "plus"


O trabalho em conjunto da GPU com a CPU e algumas tecnologias da AMD ainda permitem alguns diferenciais nas APUs. Para demonstrar seu poder, Brandão demonstrou seis vídeos rodando simultaneamente em um notebook intermediário, dos quais quatro estavam em resolução FullHD.

Além disso, o driver da companhia permite, automaticamente, ajustar um vídeo para acabar com a "tremedeira" de algumas filmagens amadoras, mesmo que o conteúdo já tenha sido publicado no Youtube, por exemplo. Outros benefícios incluem aceleração no Flash Player e em transicões de slides do Power Point.



Uma visão do futuro


A AMD acredita que, mesmo com a popularização dos tablets, o formato dos PCs e notebooks como conhecemos vai perdurar ainda por um bom tempo. "Os tablets devem se estabilizar em torno de 1/3 do mercado de computadores", estimou Brandão. O executivo, porém, arriscou uma tendência para as próximas décadas: os "wearables", ou seja, dispositivos que podem ser "vestidos". Hoje, já existem relógios baseados em Android, por exemplo. "No futuro, vai existir uma jaqueta que, talvez, leia o seu e-mail", previu. Outra aposta é nas telas flexíveis e dobráveis, que já são objeto de estudo de várias empresas e instituições.

Por fim, a AMD busca acabar de uma vez por todas com os fios. Uma das iniciativas é o Lightning Bolt, protocolo que permitirá ao usuário compartilhar conteúdo entre qualquer tipo de dispositivo. A última barreira será eliminar a conexão de vídeos com fios. Para isso, a empresa também trabalha no desenvolvimento de uma conexão de vídeo wireless.

Um pouco de polêmica


No final da palestra, os participantes da Campus Party puderam fazer perguntas. E a primeira foi justamente sobre o desempenho inferior dos processadores Bulldozer em relação aos da Intel nos benchmarks. Sobre isso, Brandão garantiu que a companhia tem condições de desenvolver uma CPU capaz de bater todos os resultados, mas que seu foco agora é conciliar uma boa experiência de uso com um preco acessível. "Não queremos que o cara tenha que vender o carro para comprar um computador", disse. "Você pode pagar menos e term uma experiência de CPU tão boa quanto a da concorrência e ainda melhor se falarmos de GPU."

O executivo também foi questionado sobre a possibilidade de a AMD equipar o Playstation 4. Diante da pergunta, Lightning Bolt disse apenas que a empresa tem interesse em negociar com a Sony. "Mas podemos falar sobre isso só depois?", brincou, finalizando sua palestra.



fonte:http://amd.adrenaline.uol.com.br/tecnologia/noticias/11425/amd-aposta-no-processamento-por-gpu-e-na-morte-dos-cabos.html

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Site da CIA inativo; hackers do Anonymous reivindicam ataque


O site da CIA dos Estados Unidos não respondia nesta sexta-feira depois que o grupo de hackers Anonymous afirmou ter sido responsável por deixá-lo inativo.
"CIA Tango down (eliminada)", disse um mebro do Anonymous em @YourAnonNews, uma conta do Twitter utilizada pelo grupo. "Tango Down" é uma expressão utilizada pelas Forças Especiais dos Estados Unidos quando eliminam um inimigo.
As tentativas da AFP de acessar o site da CIA em cia.gov não tiveram sucesso.
Um porta-voz da CIA afirmou que "estão estudando as informações" a esse respeito.
Os membros do Anonymous também afirmaram ter atacado o site camimex.org.mex, que pertence à Câmara Mineira do México. O site permanecia inacessível nesta sexta-feira.
No mês passado, o Anonymous deixou brevemente inativos os sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e do FBI.
Esses ataques ocorreram em represália pelo fechamento por parte dos Estados Unidos do site de troca de arquivos Megaupload.
O Anonymous não explicou até agora por que atacou o site da CIA e da Câmara Mineira mexicana.
A maior parte dos ataques cibernéticos desse grupo de hackers são de negação de serviço, nos quais um grande número de computadores recebe a ordem a visitar um site ao mesmo tempo, sobrecarregando seus servidores.




fonte: http://noticias.terra.com.br